SOBRE MIM
Ninguém deveria precisar sustentar todos sozinha.
Sou Juliana Maroto, facilitadora de diálogos e criadora do método da Comunicação Restaurativa. Há mais de quinze anos acompanho pessoas, casais, famílias e empresas que perderam a capacidade de conversar sem que tudo vire discussão.
Meu trabalho não busca culpados. Busca a escuta que ficou pelo caminho — e os acordos possíveis a partir dela.
NO QUE ACREDITO
Conflito não é o fim da relação. É um pedido de conversa.
Quando alguém grita, quase sempre é porque desistiu de ser ouvido de outro jeito. A Comunicação Restaurativa devolve às pessoas a possibilidade de dizer o que sentem sem ferir e de escutar sem se defender.
Um método construído na escuta de centenas de histórias
A Comunicação Restaurativa reúne quatro vertentes que se complementam. Juntas, elas sustentam um cuidado que olha para a relação inteira, não só para quem está falando mais alto.
Comunicação Não Violenta
Formação e prática continuada em CNV aplicada a famílias e times.
Mediação de conflitos
Facilitação de diálogos difíceis entre pessoas, casais e sócios.
Terapia sistêmica
Famílias e casais em formação, com olhar para o sistema inteiro.
Justiça restaurativa
Círculos e acordos que restauram vínculos em vez de punir.
Três movimentos que se repetem em todo processo
Ninguém deveria precisar sustentar todos sozinha
Esse é o propósito que move todo o meu trabalho. Os objetivos são concretos e revisitados a cada processo porque relações não se consertam com promessa, mas com escuta e combinados que cabem na vida real.
O que se busca em cada processo
Restaurar a escuta
Devolver às relações a capacidade de falar sem que tudo vire discussão.
Reduzir a reatividade
Baixar o tom e o grito dentro de casa e dos times, dando espaço à fala.
Devolver autonomia
Que quem se perdeu sustentando os outros reencontre a própria voz.
Construir acordos
Combinados práticos e revisáveis, sem culpados nem sentenças.
Propósito
“Conflito não é o fim da relação. É um pedido de conversa. Quando a escuta é restaurada, o resto da relação encontra o próprio caminho.”
Juliana Maroto
